Há três caminhos possíveis: tentamos nos assimilar,
e boa sorte na assimilação; nos adaptamos o melhor que podemos, pois temos que
viver; ou, a terceira, nos adaptamos e começamos a construir projetos que
apontam para outras formas de vida. Neste momento a consciência e o ser de
fronteira transformam-se no pensamento fronteiriço em ação, colocamos a
experiência e o pensamento em ação.
Este é o problema fundamental requerido pela
decolonialidade dos sujeitos para que estes e estas possam imaginar, legitimar
e construir organizações comunais (hoje chamados de estados nacionais) sobre a
base da cooperação, e não da competição e do extermínio.
Mignolo, Walter Decolonialidade como caminho para a cooperação
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